O aterro sanitário é o local onde são depositados e valorizados os resíduos sólidos urbanos (RSU’s) provenientes dos 6 concelhos abrangidos pela BRAVAL: Braga, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Verde, Amares e Terras de Bouro. Este esquema representa a sua forma de exploração.

Destino final dos RSU’s
A responsabilidade do destino final é de quem produz. Assim, é da responsabilidade das Câmaras Municipais a recolha dos RSU’s. Estes são depositados directamente no aterro, com excepção dos municípios de Vieira do Minho e Terras de Bouro, que os transportam até à estação de transferência, situada em Vieira do Minho. A partir desta, o transporte é efectuado pela BRAVAL, de 2 em 2 dias.
Na escolha do local para a implantação do aterro pesaram vários factores:
- Ausência de aglomerados populacionais junto ao local;
- Facilidade de vias de acesso;
- Por ser uma “zona alta”, o aterro não causa impacto visual;
- Por ser um local arejado;
- A sua localização faz fronteira com os dois maiores produtores de resíduos: Braga e Póvoa de Lanhoso;
O aterro é vedado e todas as entradas e descargas de lixo são controladas.
Entre a vedação e a zona de descarga dos lixos é mantida uma faixa de árvores que evitam que o aterro seja visto do exterior.
Os lixos são depositados em camadas, compactados com uma máquina pesada e cobertos com uma camada de terra, no final do dia.
O fundo e os lados do aterro sanitário são vedados com 2 camadas de telas impermeáveis, de modo a que não haja passagem de águas dos lixos (lixiviados) para o solo. Por cima destas telas existe uma camada de gravilha que drena os lixiviados.
O biogás produzido pelos resíduos em decomposição é captado e drenado através de tubos perfurados, instalados desde o fundo até ao topo, à medida que se depositam as camadas de lixo. Este gás foi, até há pouco tempo, queimado em equipamento especial: unidade de queima e captação de biogás, sendo agora valorizado e transformado em energia eléctrica.
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